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Quanto ganha um corretor de imóveis em 2026: salário por experiência e região

A mediana do salário de admissão de um corretor de imóveis contratado com carteira assinada é de R$ 2.120,00, sobre 167 admissões formais registradas em julho de 2026. Esse valor é a parte fixa do contrato e não inclui comissão, que na maior parte dos casos é a fonte principal de renda da profissão.

Essa é a diferença mais importante deste texto e a razão pela qual as respostas disponíveis sobre o tema variam tanto. O corretor pode atuar como empregado, com salário fixo mais comissão, ou como autônomo associado a uma imobiliária, situação em que não há contrato de trabalho e nenhum registro aparece nesta base. As 167 contratações formais do mês são um número baixo para uma profissão tão difundida, e isso é justamente a evidência de que a maioria trabalha fora do regime celetista.

Quanto ganha um corretor de imóveis hoje

A tabela abaixo cobre apenas quem foi contratado com carteira assinada. A faixa etária é aproximação de tempo de carreira e não classificação de senioridade.

Faixa etária Mediana do salário de admissão Admissões na amostra
Até 24 anos R$ 1.800,00 41
25 a 34 anos R$ 2.142,50 56
35 anos ou mais R$ 2.250,00 68
Salário de admissão de corretor de imóveis por faixa etária, julho de 2026.
Fonte: Novo CAGED, Ministério do Trabalho e Emprego. Salário de admissão, competência 07/2026. Valores em mediana. Consulta em 6 de setembro de 2026.
Gráfico de barras com o salário de admissão de corretor de imóveis por faixa etária em julho de 2026

A progressão por idade é modesta: de R$ 1.800,00 até os 24 anos para R$ 2.250,00 a partir dos 35, uma diferença de 25%. Faz sentido, porque na corretagem o que separa quem ganha pouco de quem ganha muito não é o fixo, é o volume de vendas e o valor do produto vendido. Um corretor experiente de alto padrão pode ter contrato com fixo baixo e renda alta, e essa parte simplesmente não é capturada por registro de admissão.

A faixa completa do salário de corretor de imóveis, do percentil 25 ao 90

Publicar um número único sobre salário é o erro mais comum do assunto. A tabela abaixo abre toda a distribuição das 167 contratações de corretor de imóveis do mês, para que cada leitor se localize na faixa que corresponde ao seu caso em vez de comparar a própria situação com uma média que não existe na prática.

Indicador Valor Como ler
Percentil 25 R$ 1.806,53 Um quarto das contratações ficou neste valor ou abaixo
Mediana (percentil 50) R$ 2.120,00 Metade contratou abaixo, metade acima
Percentil 75 R$ 2.500,00 Apenas um quarto entrou acima deste valor
Percentil 90 R$ 3.000,00 Faixa dos 10% melhores contratos do mês
Média aritmética R$ 2.400,67 Publicada só para comparação, não usada neste texto
Distribuição do salário de admissão de corretor de imóveis, julho de 2026.
Fonte: Novo CAGED, Ministério do Trabalho e Emprego. Salário de admissão, competência 07/2026. Valores em mediana. Consulta em 6 de setembro de 2026.

A amplitude entre o percentil 25 e o percentil 90 é de R$ 1.193,47, ou seja, os melhores contratos do mês valeram 1,7 vezes os da faixa de entrada. Quanto maior essa razão, menos útil é qualquer média: significa que a ocupação abriga realidades muito diferentes sob o mesmo nome. Repare também na distância entre a média aritmética, R$ 2.400,67, e a mediana, R$ 2.120,00. Sempre que a média fica acima da mediana, existe um grupo pequeno de contratos altos puxando o resultado, e é exatamente por isso que este site publica mediana.

Quem foi contratado: o perfil das vagas do mês

Além do valor, a base permite ver quem entrou. Das 167 contratações de corretor de imóveis registradas no mês, a distribuição por faixa etária ficou assim.

Faixa etária Admissões Participação Mediana
até 24 anos 41 24,8% R$ 1.800,00
de 25 a 34 anos 56 33,9% R$ 2.142,50
de 35 anos ou mais 68 41,2% R$ 2.250,00
Perfil das admissões de corretor de imóveis, julho de 2026.
Fonte: Novo CAGED, Ministério do Trabalho e Emprego. Salário de admissão, competência 07/2026. Valores em mediana. Consulta em 6 de setembro de 2026.

A faixa de 35 anos ou mais concentrou 41,2% das contratações do mês, o maior grupo. Esse tipo de leitura ajuda a responder uma pergunta que o valor sozinho não responde: a profissão está absorvendo gente nova ou recontratando quem já tem estrada. Na geografia, os três estados de maior volume somaram 84% das admissões com amostra suficiente, o que indica o grau de concentração da oferta formal.

Vale insistir num ponto: participação alta em uma faixa não significa que ali estejam os melhores contratos, e participação baixa não significa porta fechada. São dois eixos diferentes, volume e valor, e a decisão de carreira normalmente precisa dos dois.

Quanto isso representa por hora trabalhada

Comparar propostas só pelo valor mensal esconde metade da informação, porque a jornada muda de categoria para categoria. No caso do corretor de imóveis, a referência é a jornada padrão de 44 horas semanais da CLT. A conta abaixo divide a mediana de R$ 2.120,00 pelo número médio de horas do mês em cada regime, usando 4,33 semanas por mês.

Jornada Valor por hora Valor por dia de 8 horas
30 horas semanais R$ 16,31 R$ 130,46
40 horas semanais R$ 12,23 R$ 97,85
44 horas semanais R$ 11,12 R$ 88,95
Cálculo sobre a mediana de admissão de corretor de imóveis, julho de 2026.

O exercício é simples, mas muda decisões. Uma proposta menor em valor mensal pode ser melhor por hora se a jornada for reduzida, e uma proposta maior pode esconder carga horária estendida. Antes de aceitar ou recusar, vale fazer essa divisão com o número real do contrato em discussão, e comparar com o salário mínimo nacional de 2026, R$ 1.621,00, que corresponde a R$ 8,50 por hora em jornada de 44 horas.

O que faz o salário de corretor de imóveis variar

O primeiro fator é o modelo de remuneração. Fixo mais comissão, comissão pura ou adesão a plantão de lançamento produzem rendas muito diferentes com o mesmo esforço. O segundo é o tipo de produto: imóvel na planta, usado, alto padrão, loteamento e locação têm ciclos de venda e percentuais distintos.

O terceiro é a praça, e no mercado imobiliário isso pesa mais do que em quase qualquer outra profissão, porque o mesmo percentual sobre preços diferentes gera receitas incomparáveis. É por isso que quem pergunta quanto ganha um corretor de imóveis de luxo está, na prática, perguntando por outro produto, e não por outra profissão. O quarto é a estrutura por trás do corretor: imobiliária com marketing próprio e carteira ativa entrega mais oportunidades do que atuação isolada. Nada disso aparece no salário contratual, por isso este texto insiste em chamá-lo de fixo e não de renda.

Salário de corretor de imóveis por estado

Atenção ao tamanho da amostra: apenas 4 estados tiveram contratações formais suficientes para passar no corte de 15 admissões neste mês. Todos os demais ficaram abaixo e foram omitidos. O próprio fato de só quatro estados alcançarem o corte já é informação sobre a profissão: a contratação celetista é exceção, não regra.

Estado Mediana do salário de admissão Admissões na amostra
São Paulo (SP) R$ 2.165,00 33
Rio Grande do Sul (RS) R$ 2.199,32 31
Santa Catarina (SC) R$ 2.500,00 28
Minas Gerais (MG) R$ 2.136,22 18
Salário de admissão de corretor de imóveis por estado, julho de 2026.
Fonte: Novo CAGED, Ministério do Trabalho e Emprego. Salário de admissão, competência 07/2026. Valores em mediana. Consulta em 6 de setembro de 2026.
Gráfico de barras horizontais com o salário de admissão de corretor de imóveis por estado em julho de 2026

Santa Catarina apresentou a maior mediana, R$ 2.500,00, seguida por Rio Grande do Sul, R$ 2.199,32, e São Paulo, R$ 2.165,00. A presença dos dois estados do Sul no topo conversa com o mercado de imóveis do litoral catarinense e gaúcho, onde plantão de lançamento com equipe fixa é prática comum. Ainda assim, com amostras de 18 a 33 contratações, este ranking deve ser lido como indicação do mês e não como hierarquia estável.

O mapa regional do salário de corretor de imóveis

Agrupar os estados por região mostra um padrão que a lista alfabética esconde. Os valores abaixo são a média ponderada das medianas estaduais, calculada com o número de admissões de cada estado como peso. Não é uma mediana regional, e sim um resumo das medianas que passaram no corte de amostra, por isso está identificado como tal.

Região Média ponderada das medianas estaduais Admissões Estados na conta
Sudeste R$ 2.154,84 51 2
Sul R$ 2.342,02 59 2
Resumo regional do salário de admissão de corretor de imóveis, julho de 2026.
Fonte: Novo CAGED, Ministério do Trabalho e Emprego. Salário de admissão, competência 07/2026. Valores em mediana. Consulta em 6 de setembro de 2026.

O Sul lidera e o Sudeste fecha a tabela. Dentro da região mais bem paga, o estado com maior mediana foi Santa Catarina e o com menor foi Rio Grande do Sul, o que mostra que a região explica parte da variação, mas nunca toda ela. Antes de considerar mudança de cidade por causa de salário, vale somar ao cálculo o custo de moradia e de transporte, que este dado não cobre.

Como o salário de corretor de imóveis se compara com profissões vizinhas

Um número isolado diz pouco. A tabela abaixo coloca a mediana de admissão de corretor de imóveis ao lado de ocupações próximas, todas apuradas no mesmo mês, na mesma base e com o mesmo critério de corte de amostra. É uma comparação que raramente aparece nas páginas sobre o tema, justamente porque exige processar o microdado em vez de copiar um valor pronto.

Ocupação (CBO) Mediana do salário de admissão Admissões
Corretor de Imóveis R$ 2.120,00 167
Administrador R$ 4.000,00 6.510
Promotor de Vendas Especializado R$ 1.908,00 3.233
Promotor de Vendas R$ 1.850,00 18.890
Comparação entre ocupações próximas, julho de 2026.
Fonte: Novo CAGED, Ministério do Trabalho e Emprego. Salário de admissão, competência 07/2026. Valores em mediana. Consulta em 6 de setembro de 2026.

Administrador aparece acima, com R$ 4.000,00 sobre 6.510 contratações. Na outra ponta, Promotor de Vendas registrou R$ 1.850,00. Duas ressalvas antes de tirar conclusões. Primeira: ocupações diferentes exigem formações diferentes, então a comparação serve para orientar escolha de carreira, e não para sugerir troca imediata de função. Segunda: o volume de admissões importa tanto quanto o valor. Uma ocupação que paga mais mas contrata pouco pode ser mais difícil de acessar do que outra que paga um pouco menos e abre milhares de vagas por mês.

Comissão e piso da categoria

Não existe piso salarial nacional em lei para corretor de imóveis. A profissão é regulada pela Lei 6.530/1978, que trata do exercício da atividade e da inscrição no Conselho Regional de Corretores de Imóveis, mas não fixa remuneração.

Os percentuais de comissão não são definidos por lei federal. Cada Conselho Regional publica uma tabela referencial de honorários para sua jurisdição, e o valor efetivamente praticado é contratual. Quem quiser o número da sua região deve consultar a tabela do CRECI do próprio estado, que é a fonte oficial. Não publicamos aqui um percentual único porque ele varia por estado e por tipo de operação.

Não existe lei federal que fixe um piso nacional para esta ocupação. O valor mínimo vem da convenção ou do acordo coletivo assinado pelo sindicato da categoria na base territorial da empresa, e muda de estado para estado e de ano para ano. Cada instrumento coletivo em vigor pode ser consultado gratuitamente no sistema Mediador, do Ministério do Trabalho e Emprego, pesquisando pelo sindicato e pelo período de vigência. Não publicamos aqui um valor único de piso porque ele simplesmente não existe em âmbito nacional.

Formação exigida para atuar como corretor de imóveis

Para exercer a profissão é obrigatório ter registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis, e para obter o registro é preciso concluir o curso técnico em Transações Imobiliárias ou a graduação em Gestão Imobiliária. O curso técnico é o caminho mais usado e costuma durar entre seis meses e um ano e meio, com estágio supervisionado.

Sem registro ativo, a intermediação é irregular e o profissional não tem direito assegurado à comissão. Os caminhos de formação estão em cursos técnicos, e a comparação com outras carreiras comerciais fica em salários por profissão.

Mercado de trabalho para corretor de imóveis

Foram 167 admissões formais de corretores de imóveis em julho de 2026. Comparado com ocupações de porte semelhante em número de profissionais registrados, é um volume baixo, e a razão já foi dita: a maior parte do mercado opera por contrato de associação e não por CLT.

Como referência geral, o mercado formal do país criou 58.568 postos em julho de 2026, segundo divulgação do Novo CAGED noticiada pela Agência Brasil. Para o setor imobiliário especificamente, indicadores de lançamento e de crédito habitacional explicam mais do que o saldo de emprego formal. Veja o panorama em mercado de trabalho.

Cinco erros comuns ao comparar salários de corretor de imóveis

Primeiro, confundir média com mediana. A maior parte das páginas sobre salário publica média, que sobe quando poucos contratos muito altos entram na conta. A mediana descreve melhor o que a maioria encontra, e é por isso que ela é o número principal desta página.

Segundo, comparar salário de admissão de corretor de imóveis com o de quem já está empregado. São coisas diferentes. Quem está há anos na mesma empresa passou por reajustes e promoções que não aparecem no registro de contratação. Ver os dois lado a lado sem avisar produz frustração sem motivo.

Terceiro, ignorar a jornada. Dois contratos com o mesmo valor mensal podem ter valor por hora muito diferente. Sem a carga horária ao lado, o número mensal diz pouco.

Quarto, tratar dado nacional como se fosse local. A diferença entre estados nesta ocupação passa de mil reais em alguns casos. Uma média do país pode estar muito longe da realidade da cidade de quem lê.

Quinto, confiar em número sem fonte nem data. Se a página não diz de onde veio o valor nem a que mês ele se refere, não há como conferir. Um levantamento de três anos atrás, republicado sem aviso, continua circulando como se fosse atual. Sempre procure a base, o recorte e a competência antes de usar qualquer número como referência.

Como usar o salário de corretor de imóveis em uma negociação

Saber a mediana de admissão de corretor de imóveis serve para entrar na conversa com referência, não para exigir um valor. A primeira coisa a fazer é localizar a própria situação na tabela de percentis: quem tem o perfil da faixa de entrada dificilmente vai partir do percentil 75, e quem já tem anos de experiência não precisa aceitar o percentil 25 sem discutir. A segunda é conferir o estado, porque a diferença regional nesta ocupação é grande e um número nacional pode estar longe da realidade local.

A terceira é separar salário de remuneração. Adicional noturno, insalubridade, periculosidade, gratificação de função, vale, plano e participação nos resultados não entram no valor registrado como salário contratual, e podem mudar bastante o total do mês. Ao comparar duas propostas, coloque as duas na mesma régua antes de decidir.

A quarta é olhar a jornada, com a conta por hora mostrada acima. E a quinta é procurar a convenção coletiva da base territorial, que muitas vezes garante piso, reajuste e benefícios que a empresa não menciona na proposta. Nada disso garante resultado: negociação depende do momento da empresa, do número de candidatos e de fatores que nenhuma tabela prevê. O que a tabela faz é evitar que a conversa comece sem informação.

O que este dado sobre corretor de imóveis não mostra

Ser transparente sobre os limites é parte de publicar número. Este levantamento sobre corretor de imóveis cobre apenas contratações formais com carteira assinada registradas no mês de referência. Fica de fora quem é servidor público estatutário, quem é militar, quem trabalha como autônomo ou pessoa jurídica, quem atua por cooperativa e quem está na informalidade. Em algumas ocupações isso representa uma parcela grande do mercado.

Também fica de fora quem já está empregado. O valor aqui é o de admissão, o ponto de partida de quem entrou naquele mês, e não o de quem está na mesma empresa há cinco anos e passou por reajustes e promoções. Para o estoque de vínculos existentes, a fonte adequada é a RAIS, e para rendimento incluindo informais, a PNAD Contínua do IBGE.

Por fim, a Classificação Brasileira de Ocupações descreve ocupação, não cargo de empresa nem senioridade. Duas pessoas com o mesmo código podem ter responsabilidades bem diferentes, e uma mesma empresa pode registrar cargos parecidos em códigos distintos. Por isso a faixa etária aparece aqui como aproximação de tempo de carreira, sempre identificada como tal, e nunca como se fosse uma classificação oficial de júnior, pleno e sênior.

Como este número foi apurado

Os valores desta página não vieram de média de site de vagas nem de salário declarado por usuário. Eles saem do microdado do Novo CAGED, a base em que toda empresa brasileira registra suas contratações formais. Filtramos apenas as admissões da competência de julho de 2026, separamos por código de ocupação da CBO e calculamos a mediana, que é o valor do meio: metade das contratações de corretor de imóveis ficou abaixo, metade acima. A média foi descartada de propósito, porque poucos contratos muito altos a empurram para cima e criam a impressão de um mercado que a maioria não encontra.

Duas ressalvas importam. A primeira: este é o salário de admissão, o valor com que a pessoa entra na vaga, e não o de quem já está na casa há anos. A segunda: a CBO classifica ocupação, não senioridade, então a faixa etária é usada como aproximação de tempo de carreira, e nada mais que isso.

Os cortes de amostra são fixos e valem para todas as páginas deste site: nenhuma ocupação com menos de 30 admissões no total é publicada, e nenhum recorte por estado ou por faixa etária com menos de 15 contratações entra na tabela. Registros com salário fora do intervalo entre 500 e 200 mil reais são descartados como erro de digitação, e apenas movimentações de admissão são consideradas, nunca desligamentos. Quando um recorte não passa no corte, ele é omitido, e não estimado.

Glossário rápido para ler o salário de corretor de imóveis

Mediana. O valor que divide a amostra ao meio. Se cem pessoas foram contratadas, a mediana é o salário da quinquagésima, com metade abaixo e metade acima. Diferente da média, ela não se desloca quando alguns poucos contratos são muito altos ou muito baixos.

Percentil. A posição dentro da fila ordenada. O percentil 25 é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o percentil 90, o valor abaixo do qual estão nove em cada dez. Ler os percentis junto com a mediana é o que transforma um número solto em faixa útil.

CBO. Classificação Brasileira de Ocupações, o código que o empregador informa ao registrar a contratação. É o que permite separar uma ocupação da outra na base, e também o motivo de ser preciso conferir o nome exato do código antes de publicar qualquer valor.

Competência. O mês de referência dos dados. Aqui, julho de 2026. O Ministério do Trabalho e Emprego divulga cada competência com cerca de trinta dias de defasagem, então este é o retrato mais recente disponível no momento da publicação.

Salário de admissão. O valor contratual registrado no momento da contratação, sem adicionais, benefícios ou variáveis. É exatamente a pergunta de quem pesquisa quanto se ganha ao entrar em uma profissão.

Quando o salário de corretor de imóveis é atualizado nesta página

A base de referência é atualizada todo mês, acompanhando a divulgação do Ministério do Trabalho e Emprego, que costuma sair perto do fim do mês seguinte ao de referência. Sempre que a competência nova entra, as tabelas desta página são recalculadas e a data de revisão no rodapé é trocada, mesmo quando o valor não muda.

Isso importa porque conteúdo de salário envelhece rápido e continua circulando como se fosse atual. Se você encontrou este texto por uma busca e quer conferir a validade do número, olhe a competência declarada logo abaixo de cada tabela e a data de revisão no fim da página. Se qualquer uma das duas estiver distante, o dado merece nova checagem antes de virar base de decisão.

Perguntas frequentes sobre quanto ganha um corretor de imóveis

Quanto ganha um corretor de imóveis por mês?

Entre os contratados com carteira assinada, a mediana do fixo de admissão foi R$ 2.120,00 em julho de 2026. A comissão, que costuma ser a maior parte da renda, não entra nesse registro.

Quanto ganha um corretor de imóveis autônomo?

Não há base pública que permita calcular isso com rigor, porque o autônomo não gera registro de admissão. A renda depende do volume de vendas, do valor dos imóveis e do percentual acordado.

Qual a porcentagem de comissão do corretor?

Não é fixada por lei federal. Cada Conselho Regional de Corretores de Imóveis publica tabela referencial de honorários para o seu estado, e o valor praticado é contratual.

Precisa de CRECI para vender imóvel?

Sim. A Lei 6.530/1978 exige inscrição no Conselho Regional, condicionada à conclusão do curso técnico em Transações Imobiliárias ou de graduação em Gestão Imobiliária.

Quanto ganha um corretor de imóveis iniciante?

A mediana entre admitidos até 24 anos foi de R$ 1.800,00 em julho de 2026, sobre 41 contratações formais.

Por que a amostra é tão pequena?

Porque a maioria dos corretores atua como autônomo associado à imobiliária e não como empregado. Só a contratação celetista gera registro no CAGED.

Corretor de imóveis ganha bem?

A parte fixa registrada em contrato é modesta, com mediana de R$ 2.120,00. A renda efetiva depende da comissão, que não aparece em registro de admissão e varia com o volume e o valor dos imóveis vendidos.

Quanto tempo dura o curso de Transações Imobiliárias?

Entre seis meses e um ano e meio, com estágio supervisionado. É o caminho mais usado para obter o registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis.

Corretor de imóveis precisa ter carteira assinada?

Não necessariamente. A profissão admite atuação como empregado ou como autônomo associado a uma imobiliária. Apenas a primeira forma gera registro nesta base, o que explica a amostra pequena.

Quanto ganha um corretor de imóveis na planta ou de lançamento?

A base não separa o tipo de produto. O indício indireto está na geografia: Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com forte mercado de lançamento litorâneo, lideraram as medianas do mês.

Dados revisados em setembro de 2026.

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