Semipresencial ou EAD em 2026: como funciona a faculdade
A palavra semipresencial apareceu de repente nas páginas de curso das maiores faculdades do país, no lugar da sigla EAD, e muita gente ficou sem entender o que tinha mudado. A resposta está no Decreto 12.456, de 2025, que reorganizou os formatos de oferta da graduação e empurrou dezenas de cursos do formato a distância para o semipresencial. Este guia explica o que a norma define, quantas horas presenciais cada formato exige, quais cursos foram atingidos e quanto ganham as profissões que hoje só podem ser cursadas nesse regime.
Neste guia
- O que é o semipresencial na definição da norma
- Por que tanta gente foi parar nesse formato em 2026
- Os cinco cursos que hoje só existem no presencial
- Os cursos de saúde que migraram e quanto pagam
- A experiência move pouco nessas profissões
- As licenciaturas e o caso da pedagogia
- Como é a semana de quem estuda no semipresencial
- Provas, frequência e duração
- O que muda no diploma
- Onde estudar no formato semipresencial
- Semipresencial, a distância ou presencial: como escolher
- Onde essas profissões se encaixam no mercado
- Cinco erros ao comparar formatos
- O que este dado não mostra
- Como apuramos
- Glossário
- Perguntas frequentes
O que é o semipresencial na definição da norma
O decreto de 2025 trabalha com três formatos de oferta e define cada um pela carga horária presencial mínima. Não é uma classificação de marketing: é o texto legal, e ele determina o que a instituição pode e não pode fazer.
| Formato de oferta | Carga presencial obrigatória | Carga presencial ou síncrona |
|---|---|---|
| Presencial | 70% da carga horária total | não se aplica |
| Semipresencial | 30% da carga horária total | mais 20% |
| A distância | 10% da carga horária total | mais 10% |
Fonte: Decreto nº 12.456, de 2025, arts. 10, 11 e 12, texto vigente no portal do Planalto. Consulta em setembro de 2026. Leitura do Mapa das Carreiras.

Some as duas colunas e o quadro fica claro. No formato semipresencial, metade da carga horária do curso precisa acontecer presencialmente ou ao vivo. No formato a distância, esse total cai para 20%. É uma diferença de 30 pontos percentuais sobre o curso inteiro.
Repare na distinção entre as duas colunas, porque ela é a que mais confunde. A primeira exige presença física no polo. A segunda admite aula síncrona, ou seja, ao vivo com o professor, inclusive por vídeo. Um curso semipresencial bem organizado usa a segunda coluna para reduzir deslocamento sem descumprir a norma.
Por que tanta gente foi parar nesse formato em 2026
A migração em massa não foi decisão comercial das faculdades. Foi consequência de dois dispositivos que precisam ser lidos juntos.
O art. 8º reserva ao presencial, exclusivamente, cinco cursos: Direito, Medicina, Enfermagem, Odontologia e Psicologia. Para esses, nem o semipresencial vale. O art. 9º, I veda apenas o formato a distância para a área da saúde em geral, o que deixa o semipresencial de pé como única alternativa ao presencial.
Quem define o alcance da expressão área da saúde não é o decreto, e sim a Resolução 287, de 1998, do Conselho Nacional de Saúde, que lista catorze categorias profissionais de nível superior: assistentes sociais, biólogos, biomédicos, profissionais de educação física, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, médicos veterinários, nutricionistas, odontólogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais.
O art. 9º, II completa o quadro vedando o formato a distância para as licenciaturas. E o art. 9º, III permite que o MEC amplie a lista no futuro, o que significa que a fotografia de hoje pode mudar.
Junte tudo e você entende o movimento de 2026: os cursos que perderam o direito de ser ofertados a distância, mas não foram proibidos de existir fora do presencial, foram todos para o mesmo lugar, o semipresencial.
Os cinco cursos que hoje só existem no presencial
Vale isolar esse grupo porque é o mais restritivo e o mais buscado. Direito, Medicina, Enfermagem, Odontologia e Psicologia não podem ser ofertados nem a distância nem no formato semipresencial. Para esses cinco, o art. 8º fecha as duas portas.
Isso não impede que a instituição use ambiente virtual como apoio. O que a norma exige é que 70% da carga horária total seja presencial, e o restante segue as regras gerais do curso presencial. Se você encontrar uma oferta desses cinco cursos anunciada como semipresencial, desconfie e peça o ato autorizativo.
Para os demais cursos de saúde da lista das catorze categorias, a situação é diferente e é o assunto da próxima seção.
Os cursos de saúde que migraram e quanto pagam
Essas são as profissões que hoje encontram oferta majoritariamente no formato semipresencial, porque o art. 9º, I fechou a porta do formato a distância mas deixou essa aberta. A tabela mostra quanto elas pagam na entrada do mercado formal.
| Ocupação (CBO 2002) | Admissões em julho | Mediana de admissão |
|---|---|---|
| Farmacêutico | 4.748 | R$ 4.722,00 |
| Enfermeiro | 8.485 | R$ 4.242,58 |
| Fonoaudiólogo | 306 | R$ 4.130,00 |
| Terapeuta ocupacional | 158 | R$ 3.916,65 |
| Nutricionista | 1.704 | R$ 3.861,70 |
| Psicólogo clínico | 660 | R$ 3.400,00 |
| Assistente social | 1.303 | R$ 3.400,00 |
| Fisioterapeuta geral | 1.287 | R$ 3.300,00 |
| Preparador físico | 2.157 | R$ 2.320,50 |
Fonte: Novo CAGED, Ministério do Trabalho e Emprego, competência 07/2026. Mediana do salário de admissão de contratações formais no mês. Somente ocupações com amostra de 30 ou mais admissões. Apuração própria do Mapa das Carreiras.

As nove ocupações somaram 20.808 admissões formais em julho, quase uma em cada cem contratações do país. A distância entre a primeira e a última da lista é de 103,5%: o farmacêutico entra com o dobro da mediana do preparador físico.
Enfermeiro e psicólogo aparecem na tabela porque a ocupação existe e contrata, não porque o curso possa ser feito no formato semipresencial. Os dois estão no art. 8º e só têm oferta presencial. Foram mantidos aqui como referência de comparação salarial dentro da mesma área.
A experiência move pouco nessas profissões
Separar as admissões por faixa etária revela algo que a mediana isolada esconde. Nas profissões de saúde que hoje vivem no semipresencial, o salário de entrada quase não se move com a idade.
| Ocupação | Até 24 anos | 35 anos ou mais | Diferença |
|---|---|---|---|
| Farmacêutico | R$ 4.722,00 | R$ 4.722,00 | 0,0% |
| Enfermeiro | R$ 3.944,81 | R$ 4.318,18 | mais 9,5% |
| Nutricionista | R$ 3.606,38 | R$ 4.000,00 | mais 10,9% |
| Fisioterapeuta geral | R$ 2.979,25 | R$ 3.397,89 | mais 14,1% |
| Preparador físico | R$ 2.000,00 | R$ 2.395,50 | mais 19,8% |
| Pedagogo | R$ 1.869,46 | R$ 2.998,83 | mais 60,4% |
Fonte: Novo CAGED, Ministério do Trabalho e Emprego, competência 07/2026. Faixa etária, não nível de senioridade. Somente faixas com 15 ou mais admissões. Apuração própria do Mapa das Carreiras.
O caso do farmacêutico é o mais impressionante do levantamento inteiro. A mediana é exatamente R$ 4.722,00 nas três faixas etárias, sobre amostras de 329, 2.014 e 2.385 admissões. Três grupos diferentes, milhares de contratos, e o mesmo valor até os centavos.
Um comportamento assim raramente vem do acaso. Ele costuma indicar um piso de categoria negociado em convenção coletiva funcionando como âncora do salário de entrada em quase todo o país. Este site não confirmou a convenção aplicável, então trate a explicação como hipótese e o número como fato.
Compare com a tecnologia para dimensionar o contraste. Na ocupação de analista de desenvolvimento de sistemas, a diferença entre a menor e a maior faixa etária chega a 140,3%. Nas profissões de saúde da tabela acima, com exceção do pedagogo, ela não passa de 19,8%. São mercados que remuneram lógicas completamente diferentes.
Para quem está decidindo, isso tem uma consequência prática. Nessas carreiras, o ganho não virá de esperar a experiência chegar: virá de especialização, de concurso público, de registro em outra frente ou de atuação autônoma, caminhos que o CAGED não mede.
As licenciaturas e o caso da pedagogia
O art. 9º, II fechou o formato a distância para as licenciaturas, e isso atingiu o curso com mais matrículas do país. A pedagogia, que era a graduação mais ofertada a distância no Brasil, passou a existir no presencial e no semipresencial.
| Ocupação (CBO 2002) | Admissões em julho | Mediana de admissão |
|---|---|---|
| Professor de nível superior na educação infantil, zero a três anos | 1.089 | R$ 4.600,00 |
| Professor de nível superior na educação infantil, quatro a seis anos | 955 | R$ 2.600,00 |
| Pedagogo | 465 | R$ 2.567,75 |
| Professor de nível superior do ensino fundamental, primeira a quarta série | 1.183 | R$ 2.500,00 |
Fonte: Novo CAGED, Ministério do Trabalho e Emprego, competência 07/2026. Ocupações CBO 231110, 231105, 239415 e 231210. Apuração própria do Mapa das Carreiras.
O dado mais curioso da tabela está na primeira linha. O professor que atua na creche, com crianças de zero a três anos, entra com mediana 77,0% acima do que atua com crianças de quatro a seis. É a mesma formação e o mesmo nível de ensino, com quase o dobro de salário de entrada.
Detalhamos essa transição no guia sobre o que mudou na pedagogia a distância, com o histórico da norma e o efeito sobre quem já estava matriculado.
Como é a semana de quem estuda no semipresencial
A norma define percentuais, não dias da semana. Cada instituição organiza a carga presencial do jeito que preferir, e é por isso que a rotina varia tanto entre uma faculdade e outra.
Os arranjos mais comuns são três. Encontros semanais fixos, em geral um ou dois dias por semana no polo. Encontros quinzenais mais longos, concentrando quatro a seis horas em um sábado. E blocos intensivos, com semanas inteiras presenciais algumas vezes por semestre, formato preferido por quem mora longe do polo.
A parte síncrona costuma ser distribuída em aulas ao vivo à noite, com participação registrada. Some as duas coisas e o curso semipresencial ocupa metade do tempo de estudo em horário marcado, o que é bem diferente da flexibilidade total que a sigla EAD sugeria.
Antes de matricular, peça o calendário do semestre anterior. É o documento que mostra a rotina real, e não a rotina prometida pelo material de venda.
Provas, frequência e duração
Três regras transversais valem para qualquer formato de oferta e mudam a vida do estudante mais do que a carga presencial em si.
O art. 5º exige a mesma duração mínima nos três formatos. Curso semipresencial não é mais rápido nem mais lento que o presencial equivalente. Qualquer promessa de diploma em prazo menor que o das diretrizes curriculares merece desconfiança imediata.
O art. 6º trata do controle de frequência, que existe também nas atividades a distância. O art. 23 exige avaliação presencial com peso majoritário na composição da nota final, o que significa que a prova que mais vale ponto é feita no polo, com identificação.
Há ainda o art. 4º, §5º, que obriga a instituição a usar a terminologia oficial do formato no contrato e na página do curso. Se a página diz semipresencial e o contrato diz outra coisa, existe um problema que precisa ser resolvido antes da assinatura.
O que muda no diploma
Nada. O diploma não registra o formato de oferta. Quem se forma no semipresencial recebe o mesmo documento de quem se forma no presencial, com a mesma validade nacional, desde que o curso tenha ato autorizativo válido.
O histórico escolar pode indicar a modalidade cursada, e é esse documento, e não o diploma, que eventualmente aparece em processo seletivo ou em análise de conselho profissional. Vale saber disso para não ser surpreendido.
Colação de grau, anel, beca e cerimônia existem igualmente. A formatura é organizada pela instituição e não depende do formato em que o curso foi cursado.
Onde estudar no formato semipresencial
A oferta hoje está concentrada nos cursos que a norma empurrou para cá: serviço social, pedagogia, nutrição, fisioterapia e educação física são os mais comuns. Antes de escolher, confira o ato autorizativo do curso e se ele cobre o polo específico em que você vai estudar.
Nosso guia sobre serviço social no formato semipresencial mostra o caso mais bem documentado dessa transição, e o de nutrição detalha o mesmo raciocínio aplicado a outra profissão de saúde.
Entre as instituições parceiras do site, esta oferta graduação exatamente no formato semipresencial que o decreto deixou de pé.
Onde estudar Serviço Social
A FASUL tem cursos de graduação a distância. Confira a lista, os valores e as condições no site da instituição.
Ver os cursos da FASULSemipresencial, a distância ou presencial: como escolher
Quando os três formatos estão disponíveis para o curso que você quer, a escolha depende de quatro fatores concretos.
Distância até o polo. Metade da carga do semipresencial acontece em horário marcado, e parte dela exige presença física. Calcule o tempo e o custo de deslocamento por semestre antes de decidir.
Previsibilidade da sua agenda. Quem tem escala de trabalho variável sofre mais com encontros fixos. Nesse caso, o formato a distância, quando permitido para o curso, tende a ser mais viável.
Necessidade de prática supervisionada. Cursos com laboratório, estágio e atendimento ganham muito com carga presencial maior. Esse é justamente o motivo pelo qual a norma restringiu a área da saúde.
Preço total. Some mensalidade, material, taxas e deslocamento por todo o curso. O formato semipresencial costuma custar mais que o a distância e menos que o presencial, mas isso varia por instituição.
Onde essas profissões se encaixam no mercado
Para dar sentido aos valores das tabelas anteriores, é preciso uma referência do mercado inteiro. O primeiro dígito do código da CBO separa as ocupações por nível de formação típica.
| Grupo de ocupações | Mediana de admissão | Distância da base |
|---|---|---|
| Todas as ocupações do país | R$ 2.224,69 | referência geral |
| Sem exigência de formação específica | R$ 1.904,08 | base |
| Técnicas de nível médio | R$ 2.522,76 | mais 32,5% |
| De nível superior | R$ 4.414,09 | mais 131,8% |
Fonte: Novo CAGED, Ministério do Trabalho e Emprego, competência 07/2026. Base de 2.214.371 admissões em 1.329 ocupações. Salário mínimo vigente de R$ 1.621,00. Apuração própria do Mapa das Carreiras.
O resultado incomoda e precisa ser dito. Das nove ocupações de saúde da tabela anterior, apenas o farmacêutico entra acima da mediana das ocupações de nível superior. Enfermeiro, nutricionista, fisioterapeuta e assistente social entram abaixo dela, apesar de exigirem graduação completa e registro em conselho.
O pedagogo entra 41,8% abaixo da mediana do nível superior. Esses números não desqualificam as profissões, mas contradizem a ideia de que curso longo e regulado garante retorno alto na entrada.
O que fazer se o seu curso mudou de formato
Muita gente entrou em um curso anunciado como a distância e recebeu, no meio do caminho, a comunicação de que ele passaria ao semipresencial. A situação é desconfortável e tem três providências objetivas.
A primeira é pedir por escrito a informação de qual ato autorizativo ampara o curso hoje e qual é o formato registrado nele. O art. 4º, §5º obriga a instituição a usar a terminologia oficial, e essa resposta precisa ser documental, não verbal.
A segunda é comparar o contrato assinado com a rotina que passou a ser exigida. Se o contrato previa um regime e a instituição passou a cobrar deslocamento e presença que não estavam previstos, existe uma alteração de condição que merece ser discutida formalmente com a ouvidoria.
A terceira é avaliar o custo real da mudança antes de decidir sair. Trancar ou transferir tem custo próprio, e o diploma emitido ao final continua sendo o mesmo, sem qualquer marca do formato. Em muitos casos, concluir no semipresencial é a decisão mais barata.
Vale registrar que este site não presta orientação jurídica. O que descrevemos aqui são os documentos que costumam resolver a dúvida na origem, antes de qualquer discussão maior.
Cinco erros ao comparar formatos
Primeiro erro: achar que semipresencial é EAD com outro nome. São 50% de carga presencial ou síncrona contra 20%. A diferença é grande e aparece na rotina semanal.
Segundo erro: supor que o formato mais presencial é sempre melhor. O que define a qualidade é o projeto pedagógico e o corpo docente, não a quantidade de horas no polo.
Terceiro erro: comparar mensalidade sem somar deslocamento. Duas idas por semana ao polo durante quatro anos podem custar mais que a diferença de mensalidade entre os formatos.
Quarto erro: confiar na palavra usada no anúncio. O art. 4º, §5º exige a terminologia oficial no contrato. Leia o contrato, não o banner.
Quinto erro: tratar salário de admissão como salário de carreira. Todos os valores deste guia são de entrada, sem promoções, adicionais nem tempo de casa.
O que este dado não mostra
O Novo CAGED cobre o emprego formal celetista. Profissionais de saúde que atuam como pessoa jurídica, em consultório próprio ou como servidores estatutários não aparecem nas tabelas. Em fisioterapia, nutrição e psicologia, essa parcela é grande, o que puxa a leitura para baixo.
A base também não informa jornada. Um enfermeiro de trinta horas e outro de quarenta e quatro aparecem lado a lado, com salários que não são comparáveis diretamente. E não há informação sobre adicionais de insalubridade e noturno, comuns na área.
Por fim, a fotografia é de um mês. Ocupações com amostra pequena, como fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional, oscilam mais entre competências do que ocupações com milhares de admissões.
Como apuramos
Os números salariais vieram dos microdados do Novo CAGED da competência 07/2026, processados aqui. Foram consideradas apenas as movimentações de admissão, com salário entre R$ 500,00 e R$ 200.000,00 para descartar erro de digitação na origem, e apenas ocupações com 30 admissões ou mais.
As regras de formato de oferta vieram da leitura direta do Decreto 12.456, de 2025, no portal do Planalto, artigo por artigo. A lista das catorze profissões de saúde veio da Resolução 287, de 1998, do Conselho Nacional de Saúde, no site do próprio conselho. Nenhum dado foi retirado de blog concorrente.
Para conferir na fonte, o texto integral está no Decreto 12.456, de 2025, a lista de categorias na Resolução CNS 287, de 1998 e a série mensal de admissões no portal do Novo CAGED.
Glossário
Semipresencial. Formato de oferta com no mínimo 30% da carga horária presencial e mais 20% presencial ou síncrona, conforme o art. 11 do decreto.
Atividade síncrona. Aula ao vivo, com professor e turma no mesmo horário, ainda que por vídeo. Não é a mesma coisa que videoaula gravada.
Mediana. Valor que divide a amostra ao meio. Metade das admissões ficou acima, metade abaixo.
CBO. Classificação Brasileira de Ocupações. Identifica a ocupação exercida, não o curso de formação.
Ato autorizativo. Autorização, reconhecimento ou renovação de reconhecimento do curso pelo MEC, condição para a validade nacional do diploma.
Polo. Unidade física onde acontecem os encontros presenciais e as provas de um curso não presencial.
Quando esta página é atualizada
Esta página é revisada a cada nova competência do Novo CAGED e sempre que houver mudança nas normas de formato de oferta. Como o art. 9º, III permite ao MEC ampliar a lista de vedações, qualquer ato nesse sentido motiva revisão imediata, fora do ciclo mensal.
Perguntas frequentes
Como funciona a faculdade semipresencial? Metade da carga do curso acontece presencialmente ou ao vivo: 30% com presença física obrigatória e mais 20% que podem ser presenciais ou síncronos. O restante é online, no ritmo do aluno.
O que é faculdade semipresencial, na prática? É o formato intermediário entre presencial e a distância. Existe polo, existe encontro marcado e existe prova presencial, mas a maior parte do conteúdo teórico é estudada online.
Quantos dias por semana tem aula no semipresencial? A norma não fixa dias, apenas percentuais. Na prática, os arranjos mais comuns são um ou dois dias semanais, encontros quinzenais aos sábados ou blocos intensivos por semestre.
Faculdade semipresencial vale a pena? Depende da distância até o polo e da previsibilidade da sua agenda. Para cursos com prática supervisionada, a carga presencial maior é uma vantagem real de formação.
Quem faz faculdade semipresencial tem formatura? Sim. A colação de grau e a cerimônia são organizadas pela instituição e não dependem do formato de oferta do curso.
Faculdade semipresencial tem TCC? Depende do projeto pedagógico do curso, e não do formato. Muitos cursos substituíram o trabalho final por projeto integrador ou por portfólio.
Faculdade semipresencial é bom? Não existe resposta pelo formato. O que separa curso bom de ruim é o corpo docente, a carga prática e o ato autorizativo, itens que precisam ser conferidos caso a caso.
O que significa semipresencial no contrato? Significa que a instituição se comprometeu com os percentuais do art. 11 do decreto. O art. 4º, §5º obriga o uso dessa terminologia oficial no contrato e na página do curso.
Estudante do semipresencial tem direito a meia passagem? O benefício é regulado por lei municipal ou estadual, não pelo decreto federal. Consulte a regra da sua cidade, porque ela varia bastante.
Semipresencial tem estágio obrigatório? Depende do curso, não do formato. Nas profissões de saúde e nas licenciaturas o estágio supervisionado é exigido pelas diretrizes curriculares e acontece presencialmente, com supervisor responsável.
Posso mudar de semipresencial para presencial na mesma faculdade? Em geral sim, por processo interno de mudança de turno ou de modalidade, sujeito a vaga e a adaptação curricular. Pergunte à secretaria acadêmica qual é o prazo e o custo dessa migração antes de contar com ela.
Qual a melhor faculdade semipresencial? Não existe ranking honesto que responda isso de forma geral. Compare o ato autorizativo do curso específico, a cobertura do polo, a carga prática e o preço total.
O formato semipresencial deixou de ser exceção e virou a regra para boa parte dos cursos de saúde e para as licenciaturas. Se o seu curso está nesse grupo e você já decidiu começar, este é o caminho de matrícula da instituição parceira do site.
Onde estudar Serviço Social
A FASUL tem cursos de graduação a distância. Confira a lista, os valores e as condições no site da instituição.
Ver os cursos da FASULDados revisados em setembro de 2026. Publicado pela Redação Mapa das Carreiras.
